quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Por dentro da mente humana


Existiam mais do que simples palavras, eram sentimentos a serem traduzidos. "O que se é impossível, nunca poderá ser feito" Dito, no caso. Afinal, o que são sentimentos? São sensações baseadas no que fazemos e no que pensamos?
Eu poderia dizer e filosofar com vocês, leitores, mas não posso discutir o impossível, creio que ninguém conheça seus limites, mas mesmo assim, não explorarei esse lado de minha mente. Creio também que nossa mente é como uma cidade. Entretanto, quem sou eu para limitar a mente humana, dizendo que ela não pode vir a ser um mundo? Ou talvez um universo de diversos pensamentos que já foram pensados, mas custa nós descobrirmos que pensamentos foram esses?
Como se cada ideia fosse a carga de um caminhão. Ah, meu leitor, procure encher essa estrada de vários caminhoes carregados, e explore sua mente, para descobrir o que já se passou por essas vias longas e perigosas. Viva que nem um historiador. A cada pista descoberta, uma relíquia a se ganhar.
Esse é o mistério do pensamento, do existir.
Infelizmente, é claro que eu não posso afirmar nada, uma vez que isso seja apenas uma teoria. (Não até algum cidadão perdido da minha mente pular para fora de meus ouvidos)

6 comentários:

Nicolás Baldomá disse...

Por que você é tão gênia?

Lucia M. Ghaendt-Möezbert disse...

Você se arrisca em assuntos complexos, isso é ótimo. Parabéns pelo blog!

enrique disse...

clap clap clap clap clap. FANTASTIC.

EXIIMIO.

MUITA PERSONALIDADE.

João Lenjob disse...

Olha, hoje eu peço perdão do fundo do coração, mas só vim mesmo avisar que como o meu blog http://lenjob.blogspot.com está completando CINCO ANOS eu postei lá DEZ POEMAS novinhos de presente e aguardo sua visita prometendo voltar aqui para degustar do seu.

João Lenjob.

Rosas Vermelhas
João Lenjob

Foi a alegria que tanto me deu
E das juras que fizemos porém
Das rosas vermelhas que eu lhe dei
Num buquê as promessa tão cheias de amor
Do presente o sorriso sincero tão bom
Da alegria que me ensinou a viver
E da vida que só eu pude dar.

Da pureza do encanto que sentimos
A inocente ternura que nos rodeava
nos mais nobres momentos que soubemos estar
Viver.

Nas rosas vermelhas da vida
O amor nunca fora escondido
Um segredo vale tanto
O brinquedo em encanto de nunca perdido
Viver, você
Perpetuamente num jardim de rosas vermelhas.

Lucia M. Ghaendt-Möezbert disse...

Ahh, posta coisa nova! Eu gosto tanto dos seus temas...

Rodrigo Vignoli disse...

Inconsciente coletivo. ADORO! hahaha